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 Utilização tipo versus carga de incêndio

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ruipoveiro



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MensagemAssunto: Utilização tipo versus carga de incêndio   Seg Dez 05, 2016 6:25 pm

Boa tarde

Tenho um processo para legalizar em que o cliente tem um terreno com 3 armazéns para a aluguer comércio ou serviços.

Pelo histórico de informação que recolhi junto do cliente, os armazéns no passado já foram explorados por empresas de reparação de carros e craveiros.

Tratando-se de armazéns, a UT será naturalmente do tipo XII, mas para efeitos de cálculo de incêndio, temos de arbitrar um tipo de produto ou serviço para podermos determinar a carga de incêndio e limitar à categoria 1, correto?

Obrigado pela atenção dispensada.

Cumps,

Rui.
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Uriel



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MensagemAssunto: Re: Utilização tipo versus carga de incêndio   Ter Dez 06, 2016 9:08 am

Sim eu diria que sim. No entanto referes igualmente que estes serão para comercio e serviços e nesse caso não será necessário admitir DCIM. Confirma bem isso com o cliente. Se ele já tiver a certeza que o espaço será ocupado por uma loja ou escritórios poderá conseguir-se evitar novo licenciamento futuro por parte do locatário.

Caso definas isso como UT XII e depois vai ser comércio/serviços vai ser necessário garantir novo licenciamento do espaço. Se for para licenciar como UT XII então sim deves arbitrar a DCIM pois não sabes o que para lá vai, a não ser que o cliente esteja na disposição de preparar o espaço já com algumas condições de segurança superiores (carreteis, desenfumagem, etc.).
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ruipoveiro



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MensagemAssunto: Re: Utilização tipo versus carga de incêndio   Ter Dez 06, 2016 4:41 pm

Uriel escreveu:
Sim eu diria que sim. No entanto referes igualmente que estes serão para comercio e serviços e nesse caso não será necessário admitir DCIM. Confirma bem isso com o cliente. Se ele já tiver a certeza que o espaço será ocupado por uma loja ou escritórios poderá conseguir-se evitar novo licenciamento futuro por parte do locatário.

Caso definas isso como UT XII e depois vai ser comércio/serviços vai ser necessário garantir novo licenciamento do espaço. Se for para licenciar como UT XII então sim deves arbitrar a DCIM pois não sabes o que para lá vai, a não ser que o cliente esteja na disposição de preparar o espaço já com algumas condições de segurança superiores (carreteis, desenfumagem, etc.).


A pretensão designada em projeto de arquitetura é licenciar 3 armazéns existentes destinados para uso comércio ou serviços, com as seguintes áreas brutas:
- Edifício 1 - Ab = 208,75m2 - Pé-direito= 2,5m Cércea= 6.80m
- Edifício 2 - Ab = 175,70m2 - Pé-direito= 2,5m Cércea = 6.80m
- Edifício 3 - Ab= 969,10m2 - Pé-direito= 2,9m Cércea = 7.00m

Pelo que entendi pelo seu comentário é que tratando-se de edifícios de comércio/serviços não necessito de enquadrar na UT XII, nem admitir DCI e então devo assumir uma UT VIII(Comerciais) por exemplo ?

O ideal será sempre prevenir e adaptar o local com as condições de segurança contra o risco de incêndio desejáveis, mas devido à incerteza do tipo de futura exploração e aos custos onerosos associados a esses equipamentos/sistemas, penso que faz mais sentido simplificar e cingir à 1ª categoria de risco.

Pegando no historial dos locatários, uma empresa de construção de cozinhas, um mecânico, armazenamento diversos, pelo que interpreto na legislação me parece na UT XII e assumiria uma DCI diferente para cada edifício com base no último locatário. Ou deveria uniformizar?

Na minha ótica estas dúvidas são pertinentes e pouco discutidas, e é interessante saber qual é a prática comum para estes edifícios que são construídos por um promotor com o objetivo de vender/arrendar e não se "preocupando" com o tipo de exploração futura.




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Uriel



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MensagemAssunto: Re: Utilização tipo versus carga de incêndio   Ter Dez 06, 2016 4:49 pm

Sim, acho que deve tentar enquadrar na UT respetiva e espectável. Não faz sentido licenciar como industria e depois aquilo virar comércio ou serviços.

Eu já tive diversas situações deste género. Mas segui sempre a informação do DO, ou seja, o que era espectável dos armazéns serem ocupados. De qualquer das formas neste momento ele quer é isso licenciado para poder começar a poder alugar (se for como 99% dos clientes), pelo que é um pouco indiferente com que UT licencias. Se o futuro locatário for dessa UT pode evitar novo licenciamento, caso contrário deverá garantir nova FS.

Mesmo sem aumentar a CR (fazendo assim FS), sugeria a que considerasse as paredes de empena entre edifícios como resistentes EI60 no mínimo, para precaver caso vá ser ocupado por UT's XII da 1ª CR.
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ruipoveiro



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MensagemAssunto: Re: Utilização tipo versus carga de incêndio   Qua Dez 07, 2016 12:40 am

Uriel escreveu:
Sim, acho que deve tentar enquadrar na UT respetiva e espectável. Não faz sentido licenciar como industria e depois aquilo virar comércio ou serviços.

Eu já tive diversas situações deste género. Mas segui sempre a informação do DO, ou seja, o que era espectável dos armazéns serem ocupados. De qualquer das formas neste momento ele quer é isso licenciado para poder começar a poder alugar (se for como 99% dos clientes), pelo que é um pouco indiferente com que UT licencias. Se o futuro locatário for dessa UT pode evitar novo licenciamento, caso contrário deverá garantir nova FS.

Mesmo sem aumentar a CR (fazendo assim FS), sugeria a que considerasse as paredes de empena entre edifícios como resistentes EI60 no mínimo, para precaver caso vá ser ocupado por UT's XII da 1ª CR.

Grato pelo feedback e partilha de experiências.
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